Atendendo alguns pedidos, segue a receita. É uma adaptação da receita de um pão de batata de um dos meus livros. Pode ser feito nas máquinas de pão, fica uma delícia. Rende um pão de aproximadamente 600 gr.
Ingredientes:
- 1 xícara de inhame cozido a amassado como purê
- 1/2 xícara de água (apenas o suficiente para dar o ponto da massa, pode variar conforme a temperatura e umidade do ambiente e do inhame)
- 2 colheres de sopa de creme de leite (pode ser o de latinha ou fresco)
- 1 colher de chá de sal
- 2 colheres de sopa de açúcar (eu gosto de utilizar o açúcar cristal orgânico)
- 1 xícara de farinha integral
- 2 xícaras de farinha branca
- 2 colheres de chá de fermento seco instantâneo para pães
Modo de preparo:
Adicione todos os ingredientes na máquina de pão (primeiro os líquidos e depois os sólidos, o fermento nunca deve entrar em contato direto com o sal) e selecione o programa simples. Se você não tem uma máquina destas, pode bater a massa em uma boa batedeira planetária, ou a mão mesmo. Neste caso, sove até a massa ficar lisa e desgrudar das mãos. Deixe crescer até dobrar de volume, forme os pães e disponha-os nas formas untadas em que serão assados. Espere crescer novamente até que dobrem de volume e asse no forno pré-aquecido, temperatura de 200°c. O pão estará pronto quando, ao ser batido, emitir som como se estivesse oco.
Última dica. Adicione 5 gramas de melhorador de farinha à farinha antes de misturá-la com os demais ingredientes. O melhorador faz com que a reação do fermento e do glúten da farinha seja melhor, produzindo um pão mais bonito, de miolo mais aerado e fofo. Se não encontrar o melhorador de farinha no mercado, pode espremer o sumo de meio limão na água, antes de adicionar os demais ingredientes, produzindo um efeito semelhante ao do melhorador.






Ele compara as touradas espanholas, recentemente proibidas no estado catalão, às farras de boi catarinenses, dois tipos de tortura bem semelhantes. E questiona a justificativa apontada por muitos para dar continuidade a estas atrocidades. É tradição. Um moralismo sem fundamentos concretos, que apenas induz a cegueira.

